BlogBlogs.Com.Br
Image created at GlassGiant.com
Mostrando postagens com marcador redepeer-to-peer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador redepeer-to-peer. Mostrar todas as postagens

21.5.07

Barca do Comum Atraca no Porto de Vitória

Esta nota vem direto da rede wi-fi da Estação Porto, Armazém 5, da CODESA em Vitória, ES, onde começou o seminário internacional A Constituição do Comum: Comunicação e cultura na cidade.

Cheguei ontem vindo do Rio no mesmo avião que o Beppo a Barbara e a Ivana. Vim sentado com a Ivana conversando sobre a ECO-UFRJ. Pode parecer loucura mas apesar de trabalharmos juntos, no dia à dia não dá pra conversar direito.

O vôo atrasou e chegamos depois das 22 horas. Deixamos a bagagem no Pier e fomos detonar um japa esperto, aproveitando para por os assuntos em dia. Mais tarde, no quarto, a boa surpresa: Internet wi-fi ou à cabo.

18.5.07

Ajudando a ajudar: Helpalot

Uma interface em versão beta, mantida pela Fundação Stichting Helpalot, ajuda as instituições caritativas e as pessoas com interesses filanrópicos a se encontrarem. O sítio é no modelo P2P e propõe que as empresas caritativas criem link dos seus projetos para ajudar aos filantropos a encontrarem onde aplicar seus caraminguás. Weinberger chamou o empreendimento de caridade das multidões em seu blog.

12.4.07

P2P na Filantropia

Tem 2 iniciativas bem interssantes na área do P2P filantrópico. A primeira é a da Kiva, cujo lema - empéstimos que mudam as vidas - diz ao que veio esta sociedade: ela une o emprestador ao empreendedor que precisa de ajuda nos países em desenvolvimento. Nada como juntar a fome com a vontade de comer. Isto não é caridade: quem pega a grana deve devolvê-la com juros. Os empreendedores pegam dinheiro diretamente com quem o tem ao invés de pedir aos bancos. Com isso pagam menos por esse dinheiro. Mesmo assim o pequeno emprestador faz + dinheiro do que aplicando nas porcarias que o banco oferece a ele. Parece uma coisa legal. Sempre achei que o P2P tinha vocação para financiar produtos culturais. Só precisa de uma interface boa e um sistema bem feito.

A outra empresa é a DonorsChoose que deixa vc financiar projetos educacionais de professores e educadores populares. Se der certo vai ser um bita empurrão na divisão digital e sua co-irmã analfabeta.

Não sou de acreditar em filantropia, muito menos no universo da adoção ou da ajuda às crianças. Mas quem sabe o P2P consegue sacudir o marasmo da indiferença e faz diferença na esfera da guerra contra a miséria.

8.2.06

Videobomba: editor de video canal social e ferramenta de busca

Uma nova ferramenta para um dublê de vídeo, lista de reprodução e publicação foi desenvolvida pela Participatory Culture Foundation - o mesmo pessoal que nos deu o DTV - permitindo qualquer um fazer seu canal de televisão na Internet. O nome do treco está a altura da descoberta: Videobomba.Enquanto os regulamentadores conspiram para transformar a Internet em uma defunta TV, os desregulamentados fazem da Internet uma TV aberta com bilhões de canais!!! Leia + no Boing Boing.

31.7.05

o problema da governabilidade democrática na cibercultura

O projeto de Estágio Pós-Doutoral — Mobilidade e Mediação: O problema da governabilidade democrática na cibercultura — visa estimar o futuro da governabilidade democrática na sociedade, considerando as transformações introduzidas pelos dispositivos móveis de comunicação no funcionamento das redes interativas de comunicação distribuída. A problemática relação entre a mediação e a mobilidade nas redes interativas de comunicação distribuída faz das comunidades virtuais e das redes de parceria os principais agentes dos problemas de governabilidade para o Estado pós-moderno. Trata-se de uma pesquisa teórica, que analisa os conceitos de comunidade virtual, rede de parceria (P2P) e mediação, considerando tanto suas histórias, quanto suas fontes disciplinares. Sua hipótese básica é a de que a oposição entre a informação e a comunicação nas redes interativas de comunicação distribuída reflete o conflito entre o trabalho imaterial comunicacional e a propriedade privada da informação. As interfaces de comunicação exprimem esse conflito através da relação entre os diferentes modelos de construção de seus códigos e as diferentes práticas de valoração e qualificação social. Desse modo, a pesquisa teórica, que aponta o que deve ser observado, vai ser complementada pelo exame das estratégias comunicacionais implementadas nas interfaces. Este exame nos permitiria apresentar a hipótese do ciberespaço como um meio de multidão, contrapondo-se à imprensa como meio popular e ao rádio e à televisão como meio de massa. O estágio ganhou uma bolsa da CAPES e esta sendo desenvolvido no Programa McLuhan em Cultura e Tecnologia da Universidade de Toronto, sob a supervisão do Professor Derrick de Kerckhove.